Monarquias Nacionais – TUDO DE HUMANAS

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Monarquias Nacionais

TópicosDescrição
Declínio do Feudalismo– Enfraquecimento do sistema feudal durante a Idade Média.
Centralização do Poder– Reis começaram a concentrar poder em torno de suas cortes, enfraquecendo nobres feudais.
Crescimento do Nacionalismo– Emergência do sentimento de identidade nacional, impulsionando a formação de estados-nação unificados.
Guerras e Conflitos– Conflitos frequentes durante a expansão territorial dos monarcas.
Casamentos e Alianças– Casamentos estratégicos entre famílias reais para consolidar alianças e ampliar territórios.
Legitimação do Poder Real– Busca por legitimidade por meio de alianças com a Igreja Católica e promoção do direito divino dos reis.
Desenvolvimento Institucional– Surgimento de instituições governamentais centralizadas, como burocracia real e sistemas legais.
Exemplos Históricos– França dos Capetianos, Inglaterra dos Plantagenetas e Tudors, Espanha dos Reis Católicos.

PeríodoDescrição
Ascensão dos Capetos– Hugh Capet foi eleito rei dos francos em 987, estabelecendo a dinastia que governaria a França por séculos.
Desenvolvimento feudal– Durante a Idade Média, a monarquia francesa enfrentou desafios decorrentes do sistema feudal, com a nobreza exercendo considerável poder regional.
Centralização do poder– Ao longo dos séculos, os monarcas franceses procuraram centralizar o poder e enfraquecer a influência dos nobres, estabelecendo as bases para uma monarquia nacional mais forte.
Lutas de poder– As lutas de poder entre a nobreza e o monarca foram uma característica importante da história da monarquia francesa, influenciando seu desenvolvimento.
Absolutismo monárquico– Durante os séculos XVII e XVIII, a monarquia francesa atingiu o auge do absolutismo, com os reis exercendo poderes quase ilimitados sobre o país.
Revolução Francesa– Em 1789, a Revolução Francesa aboliu o sistema monárquico absolutista, encerrando oficialmente a era da monarquia nacional na França.

Período/EventoDescrição
Século XUnificação dos reinos anglo-saxões sob Alfredo, o Grande.
DinastiasSucessão por diferentes dinastias, incluindo os Plantagenetas e os Tudors.
Idade MédiaConsolidação do poder monárquico ao longo dos séculos.
Séculos XVI e XVIIEstabelecimento da monarquia absoluta, com reis como Henrique VIII e Isabel I.
Revolução Gloriosa de 1688Limitação do poder do monarca e estabelecimento do princípio do governo parlamentar.
Evolução ContínuaTransferência gradual de poder para o Parlamento e consolidação da monarquia constitucional.

Período Pré-Histórico e Romano:

  • A região que hoje é a Inglaterra foi habitada por tribos celtas durante a Idade do Ferro.
  • A invasão romana sob Júlio César e a conquista subsequente liderada por Cláudio transformaram a região em uma província romana conhecida como Britânia.
  • Durante séculos, a Britânia fez parte do Império Romano, com cidades, estradas e governança romanas influenciando a região.

Invasões Anglo-Saxônicas:

  • Após a retirada romana no século V, tribos germânicas, conhecidas como anglo-saxões, começaram a invadir a Britânia.
  • Essas invasões gradualmente estabeleceram reinos anglo-saxões independentes, como Wessex, Mercia e Northumbria.

Unificação sob Alfredo, o Grande:

  • No final do século IX, Alfredo, o Grande, rei de Wessex, conseguiu repelir os invasores viquingues e unificar grande parte da Inglaterra.
  • Ele estabeleceu a base para um estado inglês unificado e introduziu reformas administrativas e educacionais.

Invasão Normanda e a Formação da Monarquia:

  • Em 1066, Guilherme, o Conquistador, duque da Normandia, invadiu a Inglaterra e derrotou o rei Haroldo na Batalha de Hastings.
  • Isso levou à formação da monarquia normanda na Inglaterra, com Guilherme sendo coroado como rei.
  • A administração normanda trouxe mudanças significativas, incluindo a introdução do feudalismo e a construção de castelos.

Desenvolvimento do Sistema Feudal e Crescimento do Poder Real:

  • Ao longo dos séculos seguintes, os reis normandos e seus sucessores enfrentaram desafios de nobres barões, resultando na assinatura da Carta Magna em 1215 pelo rei João Sem Terra.
  • A Carta Magna limitou o poder do monarca e estabeleceu princípios de governança que influenciaram o desenvolvimento do sistema legal inglês.

Guerra das Rosas e os Tudors:

  • O século XV foi marcado pela Guerra das Rosas, um conflito entre as casas rivais de Lancaster e York pelo trono inglês.
  • A vitória de Henrique VII, da Casa de Tudor, em 1485, marcou o início de uma nova dinastia e estabeleceu a paz e estabilidade na Inglaterra.

Henrique VIII e a Reforma Religiosa:

  • O reinado de Henrique VIII, iniciado em 1509, é notável pela separação da Igreja da Inglaterra do controle papal em Roma.
  • Henrique VIII rompeu com o Papa e estabeleceu-se como chefe da Igreja da Inglaterra, principalmente devido à sua disputa com o Papa sobre o divórcio de sua primeira esposa, Catarina de Aragão.

Origem da monarquia em Portugal e Espanha:

PortugalEspanha
Origem da MonarquiaFundada em 1139 com Afonso IEstabelecida em 1479 com os Reis Católicos (Isabel I e Fernando II)
DinastiaInicialmente Dinastia Afonsina, depois várias dinastias (ex: Dinastia de Avis, Dinastia de Bragança)Inicialmente Casa de Trastâmara, depois várias dinastias (ex: Casa de Áustria, Casa de Bourbon)
Período atualRepública desde 1910Monarquia parlamentar desde a restauração em 1975, com a Constituição de 1978

AspectoDescrição
OrigemDisputa territorial, Inglaterra, França, reivindicação trono, Normandia, invasão.
DesenvolvimentoBatalhas (Crécy, Poitiers, Agincourt), vitórias, derrotas, trégua, hostilidades.
ConsequênciasFortalecimento poder real (França), fim feudalismo, nacionalismo, táticas militares, arquitetura defensiva.

Peste Negra:

AspectoDescrição
OrigemBactéria Yersinia pestis, Ásia Central, Rota da Seda, comércio, Mongóis, Crimeia, navios genoveses, Europa.
PropagaçãoPulgas, ratos, transmissão, comércio, movimento populacional, pandemia, rápida disseminação, falta de higiene.
ImpactoMortalidade, estimativas (25-50% população europeia), colapso social, econômico, desorganização, revolta camponesa, escassez mão-de-obra, mudanças na estrutura social.
ConsequênciasReformas sociais, surgimento medicina moderna, avanços científicos, renascimento, arte, cultura, mudanças demográficas, feudalismo, declínio, urbanização.