Sulinha Cidad3: Elizeth Moreira Cardoso,cantora e sambista brasileira

06 maio, 2014

Elizeth Moreira Cardoso,cantora e sambista brasileira


Elizeth Cardoso - Barracão de Zinco


Compositores: Luiz Antônio - O. Magalhães

Ai, barracão
Pendurado no morro
E pedindo socorro
À cidade a seus pés
Ai, barracão
Tua voz eu escuto
Não te esqueço um minuto
Porque sei
Que tu és
Barracão de zinco
Tradição do meu país
Barracão de zinco
Pobretão infeliz...
Ai, barracão
Pendurado no morro
E pedindo socorro
Ai, a cidade
A seus pés
Barracão de zinco
barracão de zinco.

1990 - Elizeth Moreira Cardoso, cantora e sambista brasileira (n. 1920)



Elizeth Cardoso (Rio de Janeiro, 16 de julho de 19207 de maio de 1990) foi uma cantora brasileira. Conhecida como A Divina, Elizeth é considerada uma das maiores intérpretes da música brasileira e um das mais talentosas cantoras de todos os tempos, reverenciada pelo público e pela crítica.

Discografia


  • De 1950 até 1954, Elizeth Cardoso só lançou canções em discos 78 rpm.

Álbuns de estúdio solo

Álbuns de estúdio em conjuntos

  • Sax Voz (1960)
  • Sax Voz nº 2 (1961)
  • A Bossa Eterna de Elizeth e Cyro (1966)
  • A Bossa Eterna de Elizeth e Ciro nº 2 (1969)
  • Elizeth Cardoso e Silvio Caldas Vol. I (1971)
  • Elizeth Cardoso e Silvio Caldas Vol. II (1971)
  • Todo o Sentimento (1991)

Álbuns ao vivo solo e em conjuntos

  • Ao Vivo no Teatro João Caetano Vol. I (1968)
  • Ao Vivo no Teatro João Caetano Vol. II (1968)
  • Elizeth e Zimbo Trio Balançam na Sucata (1969)
  • Elizeth no Bola Preta com a Banda do Sodré (1970)
  • É de Manhã (1970)
  • Elizeth Cardoso em Tokyo (1977)
  • Elizethíssima (1981)
  • Recital (1982)
  • Elizeth - Uma Rosa para Pixinguinha (1983)
  • Leva Meu Samba (1984)
  • Luz e Esplendor (1986)

Ficheiro:Elizeth Cardoso.jpg

Bibliografia


  • ALBIN, Ricardo Cravo. MPB - A História de um século. Rio de Janeiro: Funarte, 1998.
  • ALBIN, Ricardo Cravo. O livro de ouro da MPB - A História de nossa música popular de sua origem até hoje. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
  • AZEVEDO, M. A. de (NIREZ) et al. Discografia brasileira em 78 rpm. Rio de Janeiro: Funarte, 1982.
  • CABRAL, Sérgio. Elisete Cardoso - Uma vida. Rio de Janeiro. Lumiar, 1994.
  • CARDOSO, Sylvio Tullio. Dicionário biográfico da música popular. Rio de Janeiro; Edição do autor, 1965.
  • EPAMINONDAS, Antônio. Brasil brasileirinho. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro, 1982.
  • MARCONDES, Marcos Antônio. (ED). Enciclopédia da Música popular brasileira: erudita, folclórica e popular. 2. ed. São Paulo: Art Editora/Publifolha, 1999.
  • PAVAN, Alexandre. Timoneiro, perfil biográfico de Hermínio Bello de Carvalho. Ed. Casa da Palavra. [1]
  • SEVERIANO, Jairo e MELLO, Zuza Homem de. A canção no tempo. Vol 1. São Paulo: Editora 34, 1997.
  • VASCONCELOS, Ary. Panorama da música popular brasileira. Rio de Janeiro: Martins, 1965.

Notas e referências


  1. Capa do Lp e comentário
  2. "Dos sonhos de JK às vassouras de Jânio". Veja. 2 de setembro de 2010.
  3. JORNAL DO BRASIL. Cala-se a voz enluarada.. Rio de Janeiro, 8/5/1990.



Ligações externas


Primeira página do Caderno B:  8 de maio de 1990

http://www.jblog.com.br/hojenahistoria.php?itemid=26711 


http://www.cantorasdobrasil.com.br/cantoras/elizeth_cardoso.htm




NAQUELA MESA ELE SENTAVA SEMPRE
E ME DIZIA SEMPRE O QUE É VIVER MELHOR
NAQUELA MESA ELE CONTAVA HISTÓRIAS
QUE HOJE NA MEMÓRIA EU GUARDO E SEI DE COR

NAQUELA MESA ELE JUNTAVA A GENTE
E CONTAVA CONTENTE O QUE FEZ DE MANHÃ
E NOS SEUS OLHOS ERA TANTO BRILHO
QUE MAIS QUE SEU FILHO EU FIQUEI SEU FÃ

EU NÃO SABIA QUE DOÍA TANTO
UMA MESA NUM CANTO UMA CASA E UM JARDIM
SE EU SOUBESSE QUANTO DÓI A VIDA
ESSA DOR TÃO DOÍDA NÃO DOÍA ASSIM

AGORA RESTA UMA MESA NA SALA E HOJE NINGUÉM MAIS FALA NO SEU BANDOLIM
NAQUELA MESA TÁ FALTANDO ELE,
E SAUDADE DELE TÁ DOENDO EM MIM
NAQUELA MESA TÁ FALTANDO ELE,
E SAUDADE DELE TÁ DOENDO EM MIM

AGORA RESTA UMA MESA NA SALA E HOJE NINGUÉM MAIS FALA NO SEU BANDOLIM
NAQUELA MESA TÁ FALTANDO ELE,
E SAUDADE DELE TÁ DOENDO EM MIM
NAQUELA MESA TÁ FALTANDO ELE,
E SAUDADE DELE TÁ DOENDO EM MIM

EU NÃO SABIA QUE DOÍA TANTO UMA MESA NUM CANTO
UMA CASA E UM JARDIM
SE EU SOUBESSE QUANTO DÓI A VIDA ESSA DOR TÃO DOÍDA NÃO DOÍA ASSIM
AGORA RESTA UMA MESA NA SALA E HOJE NINGUÉM MAIS FALA NO SEU BANDOLIM
NAQUELA MESA TÁ FALTANDO ELE,
E SAUDADE DELE TÁ DOENDO EM MIM
NAQUELA MESA TÁ FALTANDO ELE,
E SAUDADE DELE TÁ DOENDO EM MIM

TÁ DOENDO EM MIM...


By PiLHa




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