Vanderlei Luxemburgo

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Vanderlei Luxemburgo
Vanderlei Luxemburgo
Luxemburgo em 2017
Informações pessoais
Nome completo Vanderlei Luxemburgo da Silva
Data de nasc. 10 de maio de 1952 (70 anos)
Local de nasc. Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, Brasil
Nacionalidade brasileiro
Altura 1,76 m
canhoto
Apelido Luxa[1]
Pofexô[2]
Informações profissionais
Clube atual sem clube
Posição ex-lateral-esquerdo
Função treinador
Clubes de juventude
1968–1970 Botafogo
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos)
1971–1978
1978
1979–1980
Flamengo
Internacional
Botafogo
0153 0000(9)
0027 0000(0)
0009 0000(0)
Seleção nacional
1973–1974 Brasil
Times/clubes que treinou
1980
1981
1981–1982
1983
1983
1984
1984
1985
1986–1987
1987
1987–1988
1989–1990
1991
1991–1992
1992–1993
1993–1995
1995
1995
1995–1996
1997
1998
1998–1999
1999–2000
2001
2002
2002–2004
2004
2005
2006–2007
2008–2009
2009
2010
2010–2012
2012–2013
2013
2014–2015
2015
2016
2017
2019
2020
2021
2021
Campo Grande
America
Vasco da Gama
Campo Grande
Rio Branco-ES
Friburguense
Al-Ittihad
Democrata GV
Fluminense
America
Al-Shabab
Bragantino
Flamengo
Guarani
Ponte Preta
Palmeiras
Flamengo
Paraná
Palmeiras
Santos
Corinthians
Brasil
Brasil Sub-23
Corinthians
Palmeiras
Cruzeiro
Santos
Real Madrid
Santos
Palmeiras
Santos
Atlético Mineiro
Flamengo
Grêmio
Fluminense
Flamengo
Cruzeiro
Tianjin Quanjian
Sport
Vasco da Gama
Palmeiras
Vasco da Gama
Cruzeiro[3]
Última atualização: 4 de janeiro de 2022

Vanderlei Luxemburgo da Silva (Nova Iguaçu, 10 de maio de 1952)[4] é um treinador, político e ex-futebolista brasileiro que atuava como lateral-esquerdo.[5] Atualmente está sem clube.

Como jogador, atuou por Flamengo, Internacional e Botafogo, tendo passado pela base do Botafogo e iniciado a carreira no Flamengo.

É o treinador brasileiro com mais campeonatos estaduais no século XXI, com nove conquistas, empatado apenas com Givanildo Oliveira;[6] na carreira possui 14 conquistas estaduais (não contando copas estaduais), empatando com Maurício Simões e estando atrás somente de Givanildo.[7][8] Foi campeão estadual em todos os quatro estados do Sudeste, sendo o maior campeão do Paulistão (nove títulos), do Brasileirão (cinco títulos; empatado com Luís Alonso Pérez) e o técnico com mais títulos oficiais pelo Palmeiras (oito).[9] É o treinador com mais vitórias na história do Brasileirão (1959 a 2021), com 350 vitórias.[10] Treinou grandes equipes do futebol brasileiro e a Seleção Brasileira, além de uma passagem pelo Real Madrid.

Carreira como jogador[editar | editar código-fonte]

A carreira de jogador de futebol não foi tão marcante como a de técnico. Despontou no futebol profissional como lateral-esquerdo do Flamengo em 1971, e permaneceu na equipe carioca até 1978.[11] Neste período, teve como grande concorrente na posição o jogador Júnior, considerado um dos maiores laterais da história do Flamengo e da Seleção Brasileira.[12]

Depois de deixar a equipe rubro-negra e atuar pelo Internacional em 1978, teve uma passagem pelo Botafogo, onde jogou até 1980, quando uma contusão no joelho o afastou dos campos.

Carreira como treinador[editar | editar código-fonte]

Graduou-se em educação física em 1983 pela Universidade Castelo Branco, ali concluindo a pós-graduação (Lato sensu) como técnico de futebol no mesmo ano.[13] O início como treinador ocorreu no Campo Grande, do Rio de Janeiro, em 1983. No mesmo ano, seguiu para o capixaba Rio Branco, onde conquistou o título do Estadual de 1983.[14] Foi campeão dos seguintes certames: campeonato estadual: quatorze vezes (SP: 9, MG: 2, ES: 1, PE: 1, RJ: 1); Brasileirão Série A: cinco vezes; Torneio Rio–São Paulo: duas vezes; Copa do Brasil, Série B e Copa Rio: uma vez cada. Soma-se então, fora turnos e conquistas simbólicas, 24 conquistas oficiais e profissionais por clubes, além da Copa América de 1999 pela Seleção Brasileira.[15]

Bragantino[editar | editar código-fonte]

Depois de passagens por outros clubes brasileiros e do futebol árabe, foi no Bragantino que conseguiu seu primeiro grande feito, conquistando dois títulos: a Série B do Campeonato Brasileiro de 1989 e o Campeonato Paulista de 1990.

Palmeiras[editar | editar código-fonte]

Sua primeira conquista em um grande clube como técnico aconteceu em 1993, quando foi campeão do Campeonato Paulista daquele ano pelo Palmeiras. O título, alcançado com uma vitória por 4 a 0 sobre o maior rival da equipe alviverde, o Corinthians, foi um dos mais importantes da história do clube, pois interrompeu um jejum de 16 anos sem títulos.[16] No mesmo ano, Luxemburgo levaria o Palmeiras aos títulos do Torneio Rio-São Paulo e do Campeonato Brasileiro. Em 1994, foi bicampeão paulista e brasileiro.

Breves passagens por Flamengo e Paraná e retorno ao Palmeiras[editar | editar código-fonte]

Depois de breves passagens por Flamengo e Paraná, em 1995, retornou no mesmo ano ao Palmeiras, conquistando em 1996 mais um título do Campeonato Paulista, este marcado pela maior campanha de uma equipe no estado na era profissional, com um ataque arrasador de mais de 100 gols marcados.

Santos (primeira passagem)[editar | editar código-fonte]

Em 1997, já pelo Santos, conquistou o Torneio Rio-São Paulo.

Luxemburgo durante treino no Corinthians

Corinthians[editar | editar código-fonte]

No ano seguinte foi contratado pelo Corinthians, onde obteve o título do Campeonato Brasileiro. No mesmo ano foi convidado para ser o técnico da Seleção Brasileira, onde conquistou a Copa América de 1999.[17]

Seleção Brasileira[editar | editar código-fonte]

Apesar de passagens vitoriosas nos times com grandes jogadores montados, teve problemas no período que treinou a Seleção, sofrendo ao ser flagrado utilizando documentação falsa e com um processo de sonegação fiscal. Por esta razão, mudou seu nome de Wanderley (artístico) para Vanderlei (original). Sua saída do selecionado brasileiro ficou marcada pela eliminação da equipe nas Olimpíadas de 2000, quando o Brasil foi derrotado por Camarões nas quartas de final.[18][19]

Retorno ao Corinthians[editar | editar código-fonte]

Em 2001, de volta ao Corinthians, levou a equipe alvinegra a mais um título do Campeonato Paulista.[20]

Palmeiras (terceira passagem)[editar | editar código-fonte]

Teve uma passagem rápida e conturbada pelo Palmeiras em 2002, sendo responsabilizado por parte da torcida pela queda da equipe para a segunda divisão do futebol brasileiro, em virtude da dispensa de alguns jogadores de posições importantes logo no início do Campeonato Brasileiro, pouco antes de sua saída do clube para o Cruzeiro.

Cruzeiro[editar | editar código-fonte]

Chegou ao Cruzeiro no dia 13 de agosto de 2002.[21] Comandou sua primeira partida oficial no empate em 0 a 0 contra o Botafogo.

Em 2003, no comando da equipe mineira, venceu o Campeonato Mineiro, a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro, feito que ficou consagrado como tríplice coroa.[22]

Sua última partida foi um empate de 0 a 0 contra o Uberaba em casa. Após a partida, em que o time celeste esteve muito mal, Luxemburgo disse que havia problemas internos e que faltava sintonia no clube. No dia 27 de fevereiro de 2004, teve sua demissão anunciada.[23]

Santos (segunda passagem)[editar | editar código-fonte]

Em 2004, de volta ao Santos, conquistou o Campeonato Brasileiro daquele ano. Além dos atacantes Robinho e Deivid, os principais destaques da equipe naquele ano foram os meias Diego e Elano.

Real Madrid[editar | editar código-fonte]

Deixou o time do Santos em dezembro de 2004, sendo anunciado pelo Real Madrid. O resultado foi uma malograda passagem, com Luxemburgo sendo demitido no dia 4 de dezembro de 2005, após entrar em conflito com alguns medalhões (conhecidos como Galácticos) do time.[24] Dez dias depois, foi anunciado o retorno do técnico à equipe santista.

Santos (terceira passagem)[editar | editar código-fonte]

Em seu retorno ao Santos, conquistou nos dois anos seguintes o título do Campeonato Paulista.

Em 2006, um caso folclórico: Num clássico contra o Corinthians, para confundir o técnico adversário, além de não divulgar a escalação do time, ele mandou a campo com 12 jogadores. O zagueiro Domingos e o atacante Geílson entraram mudos em campo. Nenhum dos dois falou quem jogaria. Os jogadores ficaram ao lado do mesário mentindo que assinavam a súmula. Esse "teatro" só foi encerrado quando o juiz exigiu que o Santos ficasse com 11 em campo: Geílson foi para o banco de reservas e Domingos seguiu no gramado.[25]

Em 2007 levou a equipe às semifinais da Copa Libertadores da América, mas foi eliminado pelo Grêmio. A falta de uma conquista de torneio internacional interclubes é justamente uma das maiores frustrações do técnico.

Palmeiras (quarta passagem)[editar | editar código-fonte]

Em 2008, voltou ao Palmeiras, onde conquistou mais um título do Campeonato Paulista.[27] A equipe alviverde não vencia um campeonato desde 2000, e não conquistava o torneio estadual desde 1996. Em 2009, depois de ser eliminado mais uma vez da Copa Libertadores da América, desta vez nas quartas-de-final, as críticas da torcida palmeirense aumentaram em relação a Luxemburgo, que era questionado por suas interferências na equipe fora do campo, com a indicação de jogadores que não agradaram os torcedores.

No dia 26 de junho de 2009, às 00h44, no seu Twitter e no seu blog, Vanderlei anunciou que foi demitido pelo Palmeiras. O texto no Twitter dizia: "Não sou mais técnico do Palmeiras. Fui demitido por discordar (sic) das atitudes do Keirrison". A decisão da saída do treinador ocorreu após uma longa reunião no dia anterior. Segundo o clube, o motivo foi a quebra de hierarquia do treinador, ao falar sobre a transferência de Keirrison para o Barcelona. Gilberto Cipullo relatou que a decisão "não teve nada a ver com a eliminação na Libertadores".[28]

Santos (quarta passagem)[editar | editar código-fonte]

No dia 17 de julho de 2009, acertou seu retorno ao Santos.[29] Com um resultado fraco no Campeonato Brasileiro (a pior que teve no comando da equipe da Vila Belmiro), conseguindo apenas a décima segunda colocação, deixou o time em dezembro de 2009.[30]

Atlético Mineiro[editar | editar código-fonte]

No dia 8 de dezembro de 2009, Luxemburgo acertou sua ida para o Atlético Mineiro,[31] fechando um um contrato de dois anos com o clube e rejeitando propostas de CSKA Moscou e Internacional. No dia seguinte, foi apresentado oficialmente na sede administrativa, em entrevista coletiva. Mesmo debaixo de chuva, mais de 100 torcedores compareceram para acompanhar a apresentação do treinador.[32] No dia 2 de maio de 2010, quando estava há cinco meses no comando da equipe, venceu o Campeonato Mineiro, em final contra o Ipatinga.[33] No entanto, após o título estadual e a eliminação na Copa do Brasil nas quartas-de-final, a equipe não obteve bons resultados no Campeonato Brasileiro. No dia 24 de setembro, Luxemburgo foi demitido, logo após uma derrota por 5 a 1 contra o Fluminense, deixando o Atlético na zona de rebaixamento para a Série B. Posteriormente, o então presidente do clube, Alexandre Kalil, revelou que o elenco havia "derrubado" o treinador, em entrevista para um programa de TV.[34] O técnico comandou o time mineiro em 53 jogos durante toda a temporada, alcançando 22 vitórias, 12 empates e 19 derrotas.[35]

Palmeiras[editar | editar código-fonte]

Luxemburgo assumiu o Palmeiras pela primeira vez em abril de 1993. Comandou o Palmeiras que junto com a patrocinadora, montava um time com muitos craques.[36] O clube vinha de um jejum de 17 anos sem títulos e com Luxemburgo, o clube conquistou o Campeonato Paulista de 1993, dando fim ao longo jejum.[37][38] Ainda em 1993, conquistou o Torneio Rio-São Paulo e o Campeonato Brasileiro.[38] Em 1994, repetiu o sucesso, conquistando novamente o Campeonato Paulista e o Campeonato Brasileiro.[38] A passagem vitoriosa não termina em 1995, quando Luxemburgo deixa o clube,[38] pois ele é chamado de volta ao clube já no primeiro semestre 1996 para comandar a equipe alviverde numa sensacional campanha pelo título do estadual paulista.[39]

Em 2008 Luxemburgo foi contratado pelo Palmeiras, chegando a sua quarta passagem pelo clube.[40] Logo de cara, conquistou o Campeonato Paulista, título que o clube não conquistava há anos.[41] Com o título, Luxemburgo alcançava seu oitavo título paulista em sua carreira.[42] Luxemburgo terminou o ano de 2008 em quarto lugar no Campeonato Brasileiro, classificando o Palmeiras à Taça Libertadores.[43] O Palmeiras foi eliminado nas quartas de final da Libertadores de 2009.[44] Em junho, o treinador afirmou ter ficado incomodado com o fato do atacante Keirrison, que estava negociando com o Barcelona, não lhe ter telefonado para dizer que não iria ao treino. Luxemburgo também disse que caso a negociação do atacante não fosse concretizada, o jogador não atuaria mas sob o seu comando.[45] Após as declarações do treinador, o Palmeiras demitiu Luxemburgo, alegando que o treinador quebrou uma hierarquia do clube.[46]

Flamengo[editar | editar código-fonte]

No dia 5 de outubro de 2010, Luxemburgo aceitou a proposta do Flamengo para assumir o comando técnico, fechando um contrato de dois anos com o clube da Gávea.[47] A missão do treinador era evitar o rebaixamento do clube carioca, missão que ele conseguiu completar, terminando o campeonato na 14ª colocação.[48]

Em 2011, Luxemburgo ganhou reforços da diretoria, que queria ver a equipe brigando por títulos. Os principais reforços foram os meias Ronaldinho Gaúcho[49] e Thiago Neves.[50] Esteve invicto no comando do Flamengo em 26 jogos, superando a marca do memorável técnico rubro-negro Carlinhos, de 20 jogos. No dia 1 de maio, Luxemburgo conquistou a Taça Rio e o Campeonato Carioca, pois já havia sido campeão da Taça Guanabara.[51] O treinador terminou o Campeonato Brasileiro na quarta colocação, levando o Flamengo para a Pré-Libertadores.[52]

No dia 2 de fevereiro de 2012, o treinador teve sua demissão anunciada pelos dirigentes do clube carioca.[53] O motivo da demissão era o desentendimento com Michel Levy, vice-presidente de finanças do clube, e com Ronaldinho. O desentendimento com Levy foi por defender os jogadores que cobravam salários atrasados, e com Ronaldinho por não gostar da atitude do jogador, que declarou que não entraria em campo por não receber parte do salário desde agosto de 2011.[54]

Luxemburgo cumprimentando Andrés D'Alessandro antes de um Grenal

Grêmio[editar | editar código-fonte]

Foi anunciado como novo técnico do Grêmio no dia 21 de fevereiro de 2012. Na estreia pelo Tricolor Gaúcho, Luxemburgo viu a equipe ser eliminada da Taça Piratini, o primeiro turno do Campeonato Gaúcho, pelo Caxias, fora de casa, nos pênaltis, após empate em 1 a 1 no tempo normal. Na noite de 21 de novembro, o treinador renovou com o Tricolor por mais duas temporadas.[55]

Em 29 de abril de 2013, após se envolver numa confusão no jogo contra o chileno Huachipato, pela Libertadores, Luxa foi suspenso por seis jogos na competição sul-americana.[56] No dia 29 de junho, apesar da boa campanha no Campeonato Brasileiro, o técnico foi demitido.[57] A equipe vinha apresentado desempenho irregulares em competições de mata-mata, como quedas na Copa do Brasil de 2012, Copa Sul-Americana de 2012, Campeonato Gaúcho de 2013 e principalmente a eliminação nas oitavas de final da Libertadores de 2013. Segundo o diretor executivo do clube, Rui Costa, Luxa deixou o Tricolor pela "porta da frente". Ainda segundo Rui, chegou o momento que a diretoria avaliou e que precisavam de fato novo para a retomada do campeonato.[58]

Fluminense[editar | editar código-fonte]

No dia 30 de julho de 2013, Vanderlei Luxemburgo aceitou a proposta do patrocinador para assumir o comando técnico do Fluminense, fechando um contrato de seis meses com o clube das Laranjeiras.[59] Em sua estreia no tricolor, venceu o Cruzeiro por 1 a 0.[60]

Luxemburgo no Fluminense

No primeiro mês comandando o Fluminense, em agosto, foi irregular, sem ter uma boa sequência de vitórias. Já em setembro, tudo mudou. O time ficou invicto, vencendo quatro partidas e empatando três.[61] Diferente de setembro, outubro foi péssimo. O time não venceu um jogo sequer e, após perder para o Vitória, no dia 27 de outubro, o cargo de Luxemburgo foi ameaçado.[62] No dia 29 de outubro, sites confirmavam a demissão do técnico como certa, mas no dia 30 o clube resolveu manter o técnico até o próximo jogo, no dia 3 de novembro, contra o Flamengo. O Fluminense perdeu por 1 a 0, com gol contra do zagueiro Gum, aos 44 minutos do segundo tempo.[63] A derrota causou revolta a muitos tricolores e, horas depois do jogo, houve uma invasão na sede do clube.[64] Para muitos, era o último jogo de Luxemburgo pelo Fluminense, mas a diretoria do clube deu um voto de confiança ao treinador. Segundo o presidente, apesar da derrota, o time evoluiu em relação às últimas partidas.[65] Antes do jogo seguinte, contra o Corinthians, Luxemburgo afirmou que salvar o Fluminense do rebaixamento seria a conquista mais importante de sua carreira. O treinador também disse que só sairia do Fluminense se fosse mandado embora.[66]

Em 10 de novembro a equipe perdeu outro jogo, contra o Corinthians, acumulando nove jogos sem vitória.[68][69] No dia seguinte, o Fluminense anunciou a demissão do treinador. Luxemburgo disse que foi pego de surpresa.[70]

Horas depois da demissão, o treinador esteve presente no programa Bem, Amigos!, do canal por assinatura SporTV. O treinador disse que havia feito um acordo com o diretor executivo do Fluminense antes do jogo, que independente do resultado, permaneceria no clube, mas o acordo não foi cumprido. Luxemburgo disse também ter certeza de que o Fluminense não seria rebaixado.[71] O treinador teve um desempenho fraco nas Laranjeiras, com 26 jogos, sete vitórias, nove empates e 10 derrotas.[70]

Flamengo (quarta passagem)[editar | editar código-fonte]

Acertou seu retorno ao Flamengo no dia 23 de julho de 2014, que então se encontrava na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.[72][73] Conseguiu levar a equipe ao 10° lugar. Neste mesmo ano, levou o rubro-negro carioca às semifinais da Copa do Brasil, mas acabou sendo eliminado pelo Atlético Mineiro, que seria o futuro campeão da competição, pelo placar de 4 a 1 (4 a 3 no agregado). Luxa foi criticado pela substituição de Éverton pelo jovem Mattheus, ocorrida quando o jogo ainda estava em 2 a 1.[74][75]

Já em janeiro de 2015, conquistou em Manaus o Torneio Super Series. Durante o Campeonato Carioca, chegou a ser suspenso por duas partidas pelo STJD por declarações críticas a FERJ.[76] Após a terceira rodada do Campeonato Brasileiro, com a equipe conquistando apenas um ponto, foi dispensado.[77]

Cruzeiro (segunda passagem)[editar | editar código-fonte]

Nove dias depois da saída do Flamengo, em 2 de junho, foi contratado pelo Cruzeiro pelo vínculo de um ano e meio.[78] Foi demitido pelo clube mineiro após a derrota para o Santos, em 31 de agosto.[79]

Tianjin Quanjian[editar | editar código-fonte]

Em 24 de setembro de 2015, assinou com o clube chinês Tianjin Songjiang (depois rebatizado como Tianjin Quanjian), da segunda divisão do campeonato nacional chinês, por uma temporada.[80] Estreou em março de 2016 com vitória,[81] porém foi demitido em 5 de junho quando a equipe encontrava-se apenas na oitava posição na tabela e longe da zona de acesso a primeira divisão.[82]

Sport[editar | editar código-fonte]

No dia 29 de maio de 2017, acertou com o Sport e conquistou o Campeonato Pernambucano.[83] Na sua estreia, na Ilha do Retiro, empatou em 1 a 1 contra o Botafogo pela Copa do Brasil.[84] Depois, no Campeonato Brasileiro, conseguiu levar a equipe ao 6º lugar, e, logo após, o 5º lugar. Após o time oscilar por algumas rodadas e cair para a 11º posição, foi duramente criticado por sofrer uma goleada de 5 a 0 contra o Grêmio, em Porto Alegre.[85] Foi demitido do clube em 26 de outubro, após derrota por 2 a 0 para o Atlético Junior, da Colômbia, pelas quartas de final da Copa Sul-Americana.[86]

Luxemburgo (dir.) entrega camisa do Vasco ao presidente Jair Bolsonaro

Vasco da Gama[editar | editar código-fonte]

No dia 8 de maio de 2019, assinou com o Vasco da Gama até o fim do ano.[87]

Após uma campanha regular no Campeonato Brasileiro, Luxemburgo dava indícios de que prosseguiria no Cruzmaltino em 2020. Porém, no dia 13 de dezembro, deixou o comando do clube.[88]

Palmeiras (quinta passagem)[editar | editar código-fonte]

Em 15 de dezembro de 2019, acertou por duas temporadas com o Palmeiras, sendo sua quinta passagem pelo clube.[89]

No dia 8 de agosto de 2020, conquistou o Campeonato Paulista após vencer o Corinthians nos pênaltis.[90] O primeiro jogo da final terminou empatado em 0 a 0, e o segundo empatado em 1 a 1. Com a conquista, superou Lula e chegou ao nono título do Paulistão, tornando-se o maior campeão.[91]

Foi demitido em 14 de outubro, após derrota para o Coritiba.[92]

Vasco da Gama (segunda passagem)[editar | editar código-fonte]

No dia 31 de dezembro de 2020, acertou o seu retorno ao Vasco da Gama para 2021, sendo sua segunda passagem pelo clube após 2019.[93] Ao final do Campeonato Brasileiro, o Vasco confirmou que não renovaria seu contrato, após não conseguir evitar o quarto rebaixamento da história do clube.[94]

Cruzeiro (terceira passagem)[editar | editar código-fonte]

Em 3 de agosto de 2021, após Mozart Santos pedir demissão do Cruzeiro,[95] Luxemburgo foi contratado com a missão de levar o time de volta à elite do futebol brasileiro no ano do centenário do clube.[96]

Teve um início positivo, com duas vitórias (contra Brusque e Náutico)[97] e dois empates (contra Vitória e Sampaio Corrêa), afastando o time da zona de rebaixamento e retomando a esperança do torcedor no acesso.[98]

No dia 26 de novembro de 2021, renovou seu contrato com o Cruzeiro até o fim de 2023.[99] Porém, no dia 28 de dezembro, o clube mineiro anunciou que o técnico não permaneceria no comando da equipe para a temporada de 2022, tendo seu contrato rescindido sob a alegação de adequações orçamentais.[100]

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Atualizadas até 28 de novembro de 2021

Anos Clube Jogos Vitórias Empates Derrotas Aproveitamento
1993–1994 Palmeiras 411 244 96 71 67.15%
1995–1996 Brasil Sub-23 9 5 2 2 62.96%
2001 Corinthians 135 63 33 39 56,8%
2002 Brasil 34 21 8 5 69.61%
2002–2004 Cruzeiro 149 82 36 31 63.09%
2004 Santos 305 160 68 77 61,7%
2005 Real Madrid 45 28 7 10 67,4%
America 35 28 1 6 80%
Bragantino 22 7 10 5 46,97%
Rio Branco-ES 10 2 2 6 26,67 %
2010 Atlético Mineiro 53 22 12 19 52,8%
2010–2012 Flamengo 241 127 67 51 60,3%
2012–2013 Grêmio 91 52 21 18 64,8%
2013 Fluminense 39 11 14 14 40,1%
Campo Grande 7 2 2 3 37, 5%
Friburguense
Guarani
2016 Tianjin Quanjian 12 4 4 4 44,4%
2017 Sport 34 11 8 15 40,2%
2019 Vasco da Gama 44 14 15 15 47,06%
Paraná 14 4 5 5 40,47%
Al-Ittihad
Ponte Preta
Democrata-MG

Outros trabalhos[editar | editar código-fonte]

É presidente da TV Jovem, filiada da Record no Tocantins.[101][102] Em 2018, tornou-se sócio de uma cachaçaria em Alagoas.[103]

Luxemburgo cumpimentando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

Medalha Machado de Assis[editar | editar código-fonte]

Em homenagem aos 110 anos do escritor e flamenguista José Lins do Rego, Vanderlei, no dia 11 de abril de 2011, quando estava em sua terceira passagem pelo Flamengo, recebeu da Academia Brasileira de Letras a Medalha Machado de Assis, a mais alta honraria da instituição.[104]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Luxemburgo é casado e possui duas filhas: Vanessa e Vanusa.[105] Foi filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT),[106][107][108] se transferindo ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) para concorrer a uma vaga no Senado.[109]

No ano de 2018 lançou um canal no YouTube, com foco no futebol e temas relacionados, tais como: análises táticas, comentários sobre campeonatos em andamento e entrevistas com personalidades.[110][111][112]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Flamengo
Seleção Brasileira
  • Torneio de Cannes de Juniores: 1973 e 1974

Como treinador[editar | editar código-fonte]

Rio Branco
Bragantino
Flamengo
Palmeiras
Santos
Corinthians
Cruzeiro
Atlético Mineiro
Sport
Seleção Brasileira

Prêmios individuais[editar | editar código-fonte]

Palmeiras
Atlético Mineiro
Flamengo

Referências

  1. Ricardo Pilotto (30 de setembro de 2021). «Há 21 anos, 'Luxa' era demitido da Seleção Brasileira». O Curioso do Futebol. Consultado em 26 de junho de 2022 
  2. «'Pofexô' moderno? Entenda brincadeira da torcida do Cruzeiro com Luxemburgo nas redes sociais». Terra. 22 de outubro de 2021. Consultado em 26 de junho de 2022 
  3. «Vanderlei Luxemburgo é o novo técnico do Cruzeiro». GloboEsporte.com. 3 de agosto de 2021. Consultado em 4 de janeiro de 2022 
  4. «Biografia de Vanderlei Luxemburgo». Luxemburgo.com.br. 16 de dezembro de 2007. Consultado em 7 de abril de 2017 
  5. «No radar do Inter, Luxemburgo recusa proposta do Sport». GZH. 29 de maio de 2017. Consultado em 5 de outubro de 2021 
  6. Rodolfo Rodrigues (31 de agosto de 2020). «Rodolfo Rodrigues - Quem são os técnicos com mais títulos estaduais no século XXI». UOL. Consultado em 5 de outubro de 2021 
  7. «Tri de Cuca, 'rei dos estaduais' e mais, confira os técnicos campeões da década de MG». Futebol Interior. 1 de abril de 2020. Consultado em 22 de janeiro de 2022 
  8. Vítor Aguiar e Yago Mendes (20 de maio de 2021). «De títulos, eles entendem...». Diario de Pernambuco. Consultado em 22 de janeiro de 2022 
  9. Francisco De Laurentiis (8 de agosto de 2020). «'Rey de Copas': Luxemburgo se torna o maior campeão do Paulista e dono de mais títulos pelo Palmeiras». ESPN Brasil. Consultado em 5 de outubro de 2021 
  10. «Confira quem são os 7 técnicos com mais vitórias no Brasileirão». R7.com. 10 de abril de 2022. Consultado em 26 de abril de 2022 
  11. Mauro Cezar Pereira (5 de outubro de 2010). «Luxemburgo no Fla: os números dele como lateral e técnico rubro-negro». ESPN Brasil. Consultado em 5 de outubro de 2021 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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